VIII Fórum dos Professores e Coordenadores dos Cursos do Campo de Públicas (FP3CP)

VIII Fórum dos Professores e Coordenadores dos Cursos do Campo de Públicas (FP3CP)

 
20/03/2018
 
Atualizado em
22/03/2022

“>

Data: 22 e 23 de novembro de 2012

Horários: sempre das 9 às 18 h, com intervalos para almoço e coffee-brake

Local: Fundação Getúlio Vargas (FGV SP). Rua Itapeva, 432 – Sala 804 – 8º andar, São Paulo SP. Fica bem próxima do MASP e da Estação Trianon do Metrô. Também é possível entrar pela Avenida Nove de Julho, 2029.

Pauta: Apresentação dos projetos pedagógicos dos cursos de graduação do Campo de Públicas

Programação:

22/11 (quinta-feira), manhã

1. EACH-USP – SP (linkado no blog Campo de Públicas)*
2. FCA/Unicamp – SP (linkado no blog Campo de Públicas)
3. UNESP – Araraquara – SP (linkado no blog Campo de Públicas)
4. UFRN (linkado no blog Campo de Públicas)

5. UFABC – SP (linkado no blog Campo de Públicas)

6. UnB (não possui link)

22/11 (quinta-feira), tarde

1. Fundação João Pinheiro – MG (linkado no blog Campo de Públicas)
2. IPPUR / UFRJ (linkado no blog Campo de Públicas)
3. UFPR – PR (linkado no blog Campo de Públicas)
4. UFPB – PB (linkado no blog Campo de Públicas)
5. UDESC/ESAG – SC (linkado no blog Campo de Públicas)
6. FGV-Eaesp (linkado no blog Campo de Públicas)

23/11 (sexta-feira), manhã

1. UFRGS (linkado no blog Campo de Públicas)
2. UFMG (linkado no blog Campo de Públicas)
3. UFC/Campus Cariri (linkado no blog Campo de Públicas)
4. Universidade Metodista – SP (linkado no blog Campo de Públicas)
5. Centro Paula Souza – ETEC/CEPAM (linkado no blog Campo de Públicas)
6. UNIFAL-MG (linkado no blog Campo de Públicas)
7. FGV-Ebape (linkado no blog Campo de Públicas)

Atividade especial: lançamento do 3o. número temático da Revista Temas de Administração Pública com artigos sobre os cursos do Campo de Públicas.

Este VIII Fórum dos Professores e Coordenadores dos Cursos do Campo de Públicas (FP3CP) é o segundo que se realiza fora de um EnEAP (o primeiro com esta característica se deu em Brasília – VI FP3CP – quando foram feitos encaminhamentos pela aprovação das DCNs próprias no MEC) e também o primeiro a discutir especificamente os projetos pedagógicos dos cursos. Por isso, é um marco na história do Campo, fruto de uma decisão tomada em Florianópolis, no VII Fórum.

Cronologia dos FP3CP (inicialmente, até 2009, apenas Fórum de Coordenadores):

VII – XI ENEAP, Florianópolis SC, 2012
VI  – Brasília DF, novembro 2012 (Entrega da Carta de Serra Negra no MEC)
V   – X ENEAP, Serra Negra SP, 2011
IV  – IX ENEAP, Balneário Camboriú SC, 2010
III  – VIII ENEAP, Águas de Lindóia SP, 2009
II   – VII ENEAP, Ouro Preto MG, 2008
I    – VI ENEAP, Florianópolis SC, 2007

* links informados pelas respectivas instituições

Estudantes pedem aprovação de Diretrizes Curriculares Próprias para os cursos do Campo de Públicas

Estudantes pedem aprovação de Diretrizes Curriculares Próprias para os cursos do Campo de Públicas

 
20/03/2018
 
Atualizado em
22/03/2022

Banco de Avaliadores – INEP

Banco de Avaliadores – INEP

 
20/03/2018
 
Atualizado em
22/03/2022

O Campo de Públicas precisa de avaliadores qualificados e conscientes da especificidade dos cursos que o compõem, a fim de que as avaliações dos cursos contribuam para seu aperfeiçoamento. Assim, convém que o banco de avaliadores do INEP seja alimentado por interessados com este perfil. Para se cadastrar, clique aqui.

Flagrantes dos últimos Fóruns de Professores e Coordenadores dos Cursos do Campo de Públicas

Flagrantes dos últimos Fóruns de Professores e Coordenadores dos Cursos do Campo de Públicas

 
20/03/2018
 
Atualizado em
22/03/2022

Florianópolis SC, 2012.

Concursos públicos e bom governo (por Leonardo Secchi, Márcia Soares e Valdemir Pires, professores de cursos do Campo de Públicas)

Concursos públicos e bom governo (por Leonardo Secchi, Márcia Soares e Valdemir Pires, professores de cursos do Campo de Públicas)

 
20/03/2018
 
Atualizado em
22/03/2022

Na Administração Pública brasileira os desafios são muitos, como é do conhecimento geral. Alguns deles derivam do processo pelo qual se definem e se sustentam no poder os governantes (as eleições, os partidos políticos, os meios de comunicação, os modos como os cidadãos participam das escolhas de quem governa e do dia-a-dia do governo). Outros estão relacionados à estrutura de pessoal mais permanente do Estado e diz respeito à política de contratação e alocação de funcionários públicos. Apesar de se influenciarem mutuamente, estes tipos de problemas têm suas especificidades.

O concurso como forma de recrutamento dos funcionários já é consagrado nas democracias modernas, mas apresenta suas dificuldades. No Brasil, grande parte dos problemas está relacionada à forma como são feitas as provas dos concursos públicos: em geral com um viés que acaba levando ao que se pode chamar escolha adversa.

Nossos concursos públicos, em geral, são formalistas e testam a capacidade do candidato em decorar leis e regulamentos. Em outras palavras, focam na verificação de alguns conhecimentos (elemento teórico), e deixam em segundo plano as habilidades (elemento prático) e as atitudes (elemento comportamental). Essa situação é especialmente grave quando analisamos concursos públicos para a área-meio, que envolve atividades de administração, direito, informática, orçamento, finanças, controles, contabilidade, planejamento, monitoramento, avaliação.

Existe uma indústria em torno dos concursos públicos: empresas e institutos organizadores e aplicadores de concursos, especialistas em elaboração de provas, websites e jornais divulgadores de vagas, cursinhos preparatórios para os certames, os professores que ministram aula nestes cursinhos, elaboradores de apostilas. Cabe perguntar: isso tudo faz sentido? Afinal, aquele que acerta mais questões de múltipla escolha a partir de leis e processos decorados é o mais apto para a carreira pública?

A administração pública não precisa de servidores acríticos, conservadores e bovinamente obedientes. Num mundo altamente competitivo e em rápida transformação é necessário privilegiar os agentes de mudança. Os concursos públicos devem incluir ou ampliar conteúdos de empreendedorismo, inovação, planejamento, monitoramento, avaliação e política com “P” maiúsculo; devem possibilitar a seleção de candidatos com capacidade técnica e sensibilidade política (competência tecnopolítica).

Mudar o modelo de concurso público predominante no país, com as características já aludidas, é um o passo fundamental para melhorar a Administração Pública: há que se focar na busca de servidores com novos perfis. E para isto é fundamental ter clareza do profissional que queremos para o setor público, traçar o seu perfil e buscar a melhor forma de seleção pública. Não temos que ter um modelo único e tampouco transferir esta competência crucial para grupos privados que lucram com os concursos e que pouco ou nada ressentem de seus resultados. Ainda, é importante a defesa intransigente de um mercado aberto à competição dos mais aptos, algo que é contraditório com iniciativas de fechar a participação nos concursos a candidatos oriundos de determinados cursos de graduação.

O próximo passo é ainda mais desafiador: fazer com que os ingressantes inovadores, críticos, pró-ativos e com senso republicano não percam estas nobres características no convívio com um sistema muitas vezes marcado pelo patrimonialismo ou pelo burocratismo sufocante. É necessário dar sentido ao trabalho, e criar estratégias de capacitação e desenvolvimento para os servidores. E, por último, adotar um sistema de mérito que premie os competentes e puna os rent seekers, ou seja, aqueles que estão ali exclusivamente para benefício próprio (estabilidade, segurança) em detrimento do interesse público.

As linhas redefinidoras do perfil dos concursos e do sistema de incentivos à carreira pública, aqui breve e panoramicamente levantadas, não são simples, mas sem sua implementação (nada fácil), dificilmente a Administração Pública brasileira se colocará à altura das exigências atuais.

Doutorado em Administração Pública e Governo – FGV

Doutorado em Administração Pública e Governo – FGV

  20/03/2018
  Atualizado em 22/03/2022



  Clique aqui para continuar

A Política Pública como Campo Multidisciplinar”, de Eduardo Marques e Carlos Aurélio Pimenta de Faria (Orgs)

A Política Pública como Campo Multidisciplinar”, de Eduardo Marques e Carlos Aurélio Pimenta de Faria (Orgs)

  20/03/2018
  Atualizado em 22/03/2022



Lançamento: 19/8/2013 (segunda-feira,) em São Paulo, na Livraria Martins Fontes-Paulista

Sinopse:

Muitas são as disciplinas que têm se dedicado ao estudo das ações do Estado, sobretudo a partir dos anos 1980, quando começaram a ganhar fôlego as pesquisas sobre as políticas públicas. Não só diferentes disciplinas se voltaram para esse campo, como os estudos  passaram a focar uma grande variedade de temas. Se, por um lado, a pluralidade de olhares contribui para o avanço das pesquisas, por outro, a dispersão disciplinar e temática indica um risco de fragmentação do campo. A necessidade de sistematizar os estudos  na área, mas sem abrir mão de um panorama abrangente, motivou o lançamento desta coletânea, que propõe um diálogo entre ciência política, sociologia, administração pública, antropologia, direito, psicologia, demografia, história e relações internacionais.

 

Os capítulos apresentam as teorias e os enquadramentos conceituais que têm sido produzidos e utilizados por cada disciplina. O objetivo é que esse quadro favoreça uma interpretação colaborativa, construída sobre bases teóricas compartilhadas. Além das universidades e das diferentes esferas do governo, outros atores sociais também têm contribuído para o avanço desse campo. “No plano da sociedade, a instrumentalização do conhecimento científico tem sido uma constante por parte de ONGs e grupos de interesse, que não raro se tornam também produtores de conhecimento acerca das políticas públicas e dos problemas societários”, destacam os organizadores. O livro, portanto, é leitura fundamental para quem se interessa pelos desafios do

Estado neste início de século e pelas distintas formas de compreensão das políticas públicas.

 

ISBN: 978-85-7541-422-4. 2013. 282p. Ed. Fiocruz em coedição com a Editora Unesp. Apoio: Centro de Estudos da Metrópole (CEM).




Campo de Públicas também no Twiter

Campo de Públicas também no Twiter

 
20/03/2018
 
Atualizado em
22/03/2022

  Clique aqui para continuar

Agenda do Fórum dos Professores e Coordenadores dos Cursos do Campo de Públicas 2012-2013

Agenda do Fórum dos Professores e Coordenadores dos Cursos do Campo de Públicas 2012-2013

 
20/03/2018
 
Atualizado em
22/03/2022

“>

De acordo com deliberação do VII Fórum dos Professores e Coordenadores dos Cursos do Campo de Públicas (Florianópolis, 17/08/2012), concomitante ao XI Encontro Nacional dos Estudantes de Administração Pública (EnEAP):

• VIII Fórum dos coordenadores e professores do Campo de Públicas
Data: Novembro/2012
Local: FGV/SP
Objetivo: Conhecer os projetos político-pedagógicos dos cursos do Campo de Públicas e refletir sobre as linhas teóricas adotadas

• Visita ao CNE dos coordenadores e professores do Campo de Públoicas
Data: Dezembro/2012
Local: Brasília
Objetivo: Apresentar as demandas do Campo de Públicas aos novos conselheiros do CNE

• IX Fórum dos coordenadores e professores do Campo de Públicas
Data: Março/2013
Local: Enap ou Esaf/BSB
Objetivo: Definir estratégicas de advocacy para o Campo de Públicas

• X Fórum dos coordenadores e professores do Campo de Públicos (XII ENEAP)
Data: Agosto/2013
Local: a confirmar – FJP/MG
Objetivo: a definir
Pauta: a definir

Resultados, decisões e encaminhamentos do VIII Fórum dos Professores e Coordenadores dos Cursos do Campo de Públicas (FP3CP)

Resultados, decisões e encaminhamentos do VIII Fórum dos Professores e Coordenadores dos Cursos do Campo de Públicas (FP3CP)

 
20/03/2018
 
Atualizado em
22/03/2022